terça-feira, 12 de março de 2013

Bertha Worms

Bertha Worms 

Impressionantemente expressiva. Nasceu na França e veio para São Paulo em 1854.

Saudades de Nápoles (1895). Pintura de Bertha Worms. A obra retrata um menino italiano engraxate, figura bastante comum nas ruas de São Paulo na época.
(fonte:Wikipedia)

sexta-feira, 1 de março de 2013

Leila F. Boeing


Leila Franzen Boeing nasceu em Curitiba, Pr em 1962, iniciando estudo de arte ainda criança tendo como orientador seu avô Johann Heinrich Franzen de nacionalidade alemã. Participou do atelier de Celina Santos nos anos 70, trabalhando com pintura a óleo sobre tela e porcelana. Ingressou em 1981 nos cursos de Educação Artística na Universidade Federal do Paraná e no curso de Arquitetura e Urbanismo na PUC Pr, abandonando ambos os cursos no ano seguinte, formando-se em letras bem mais tarde. Amante do impressionismo seguiu seu próprio rumo na arte. Pintou paisagens do interior, Prudentópolis, Guamiranga, Cianorte, Maringá, Umuarama e outras cidades. Seu interesse principal são paisagens e rostos, principalmente infantis. Atualmente é professora de língua estrangeira no Colégio Estadual do Paraná.


Santuário em Prudentópolis  Pr 
Óleo sobre tela 2001 - Leila F. Boeing

A menina de chapéu 
Óleo sobre tela - 2009- Leila F. Boeing

Entardecer em Maringá - óleo e acrílico sobre tela 40x50cm 2011


Cidade de Belém, Israel - óleo sobre tela  2000



Pequena tigela em porcelana - tinta importada - diluída em óleo de linhaça
secada em forno industrial

Vaso com rosas - 1975

Menina-propaganda do Boticário - 2005 - óleo sobre tela 50x60cm

detalhe


detalhe

O olhar sério de um bebê - óleo sobre tela 30x40cm2008





Anoitecer no Paraná
Óleo sobre tela 2012 - Leila F. Boeing


sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Minha crítica à arte moderna forçada

O que considerava-se interessante e moderno nos anos 30 a 50, hoje pode ser uma aberração antiecológica. Às vezes torna-se insuportável visitar museus contemporâneos e ver os aproveitamentos de  material considerado reciclável. Vivemos um período em que não podemos ensinar as crianças e jovens a reaproveitar garrafas plásticas e restos de algum material fazendo enfeites de natal. Temos que ensiná-las a utilizar material retornável. Não podemos incentivar a utilização de metais, temos que ensinar as crianças crescidas a não trocarem de carro todos os anos dando o exemplo. Não podemos exibir uma exposição de sombrinhas coloridas dizendo que foram reaproveitadas do lixo. Temos que ensinar esta geração a se opor a compras de produtos de má qualidade. Parece que nenhum de nós é responsável pela preservação e consciência ecológica. Arte em busca de resultado financeiro a qualquer custo não é mais arte, assim como um jogador de futebol que é comprado por times do mundo todo também não faz mais futebol arte, faz dinheiro. Criticamos os meios de comunicação quando influenciam a sociedade com más informações. O artista é comunicador, e tem a responsabilidade de comunicar o bem em uma sociedade tão cheia de problemas. Comunicar o egoísmo e egocentrismo,  o interesse financeiro, a falta de compromisso com a sociedade através de uma arte sem compromisso, corrompe, entristece...  nossa arte deve ser livre, e livre também deve permanecer nossa consciência!!!